No mundo atual, é inevitável não visualizar a magia tecnológica que permeia nossos dias. Tecnologias que surgem em frações de segundos e as pessoas precisam acompanhar a diversidade imposta pelo desenvolvimento tecnocientífico.
No jornalismo não é diferente. Como toda profissão em constante movimento, os moldes tradicionais devem se enquadrar nas qualificações atuais. Discussões acerca da revolução no ambiente jornalístico geram cada vez mais desafios.
Congressos, encontros, simpósios se baseam hoje na evolução da tecnologia e como ela deve se apresentar para ampliar a qualidade profissional.
Sem dúvida, as grandes mudanças no cotidiano dos jornalistas começam com a informatização das redações dos jornais e revistas no Brasil, iniciada na década de oitenta. Com a introdução dos computadores, os jornalistas tiveram de se adaptar a uma realidade profissional que incluía a exigência de maior qualificação, a especialização crescente, as modificações nas condições de trabalho e, sobretudo, a intensificação do trabalho.
Mesmo com toda a modificação explítica das questões profissionais, a tecnologia não mudou a relação do jornalista com seu fazer profissional ou com as ferramentas de trabalho necessárias a ele. Da mesma forma, não mudou a relação entre o empresariado de comunicação e os profissionais, essa continua sendo mediada pelo capital e pela apropriação do trabalho.
Renata Charlene.
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